Como se propõe um acordo
Em Financeiro › Cobranças, na linha do aluno, use Negociar. Você escolhe quais cobranças em atraso entram, informa o novo valor total, em quantas parcelas, e o motivo.

Cobranças por matrícula
- 1Só as cobranças do semestre em foco
- 2Por aluno, com as cobranças de cada matrícula
O motivo é obrigatório. Um abatimento sem justificativa registrada não tem como ser auditado depois — e é exatamente isso que a alçada existe para evitar.
O que o sistema recusa
- Cobrança que já foi paga ou já foi negociada antes.
- Cobrança que não pertence àquela matrícula.
A alçada
O percentual de abatimento é calculado sobre o saldo devedor real — valor original, menos desconto a que o aluno tinha direito, mais juros e multa já incidentes. Não é sobre o valor de face das cobranças.
Se o abatimento passar do limite configurado em Valores e descontos, o acordo nasce pendente de aprovação e não vira cobrança nenhuma até alguém liberar.

Acordo acima da alçada esperando liberação
- 1Quanto de abatimento
- 2O motivo é o que se julga
- 3Quem tem alçada libera
Esta captura usa coordenadas fixas porque mostra um diálogo, que o script de captura não abre. As demais são ancoradas em elementos medidos.
Exatamente no limite ainda é do atendimento: configurar 20 significa "até 20%".
Quem propôs não pode aprovar
O sistema recusa. A alçada existe justamente para ter um segundo par de olhos — se a mesma pessoa propusesse e liberasse, ela não significaria nada.
A fila do que está parado fica em Financeiro › Aprovações, com o motivo em destaque: é o motivo que está sendo julgado, não o número sozinho.

Fila de aprovações
- 1Financeiro › Aprovações — vazia quando nada passou da alçada
Quando o acordo é aceito
As cobranças originais viram negociadas — preservadas, nunca apagadas — e as parcelas novas são criadas, vencendo no dia definido pela tabela de preços do curso. Tudo numa operação só: ou acontece inteiro, ou não acontece.
